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  • Post por // agosto 14, 2014

    Salão das Motopeças é o único evento voltado exclusivamente para negócios no segmento de motopeças e acessórios.
    Com 20 milhões de motocicletas na frota circulante do país e potenciais clientes para o mercado de reposição, 100 expositores confirmados e mais de 250 marcas representadas, o VIII Salão Nacional e Internacional das Motopeças, organizado e realizado pela Associação Nacional dos Fabricantes e Atacadistas de Motopeças (Anfamoto) acontece até o próximo dia 16, no pavilhão amarelo do Expo Center Norte, em São Paulo.
    O Salão das Motopeças reúne fabricantes, atacadistas, lojistas, representantes e entidades de classe que apresentam os principais lançamentos para este mercado. Por outro lado, um ponto forte que deve ser destacado é a qualidade do público visitante, composto apenas por profissionais do setor, vindos de diversas localidades brasileiras e do exterior. O objetivo é gerar integração, fomentar novos negócios, desenvolver parcerias estratégicas, buscar novos produtos e representar novas marcas, o que proporciona a ampliação da rede de relacionamento e criação de novas oportunidades.

    Números da Anfamoto

    Números da Anfamoto


    Números da Anfamoto

    Números da Anfamoto


     
     
     
     
     
     
     
     
     
    Na última edição o público comprador ficou concentrado em (71,97%) da região Sudeste, seguido de (11,04%) do Nordeste, (9,73%) do Sul, (4,50%) do Norte e (2,79%) da região Centro Oeste. Outro número expressivo na edição passada foi o de compradores da América Latina que corresponderam a (73,68%) dos visitantes e que devem ser superados este ano. Os outros visitantes vieram da Ásia (15,79%), América do Norte (5,26%) e Europa (5,27%).
    “Com a aproximação dos fabricantes no Salão das Motopeças, esperamos aquecer o mercado de reposição em 20% pós-feira.”, ressalta Orlando Leone, presidente da Anfamoto e empresário do setor. O panorama atual inclui dificuldades com o inquietante quadro político e econômico, a queda de vendas das motocicletas, alta carga tributária, juros altos e crises de diversas naturezas. “A esperança é de recuperarmos força e a confiança para retomarmos o crescimento de nossas empresas e o impulsionamento do segmento de motopeças que tem se mostrado muito valente apesar de tudo”, completa Orlando Leone.
    Dois fatores atípicos, no meio deste ano, interferiram para o impacto negativo nos volumes de produção e vendas, tanto no atacado como no varejo: a realização da Copa do Mundo e a antecipação para o mês de junho das férias coletivas nas fábricas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM), habitualmente realizadas no mês de julho. A indústria de motocicletas produziu 905.117 mil unidades de janeiro a julho deste ano, correspondendo a uma queda de 5,2% sobre igual período de 2013, que havia atingido 954.618.
    “A indústria é uma boa fonte arrecadadora para o governo, para devolver isso na forma de benefícios o governo teria que abrir um imenso espaço em seus cofres, reduzir a carga tributária, acabar com a guerra fiscal entre os estados, dar passos mais largos rumo a desoneração da indústria e uma ampla reforma política, bem como fazer amplos investimentos em uma série de projetos estagnados”, afirma o presidente da Anfamoto.
    De acordo com a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) foram emplacadas 717.728 motocicletas no primeiro semestre deste ano, com uma queda de 4,08% em comparação com o mesmo período do ano passado (748.272).
    Muito se fala em restrição ao crédito, essa situação é a ponta do iceberg. O mercado de motocicletas teve seu ‘boom’, a ponto inclusive de se tornar um fenômeno e de promover inclusive a readequação urbana e a adoção de medidas específicas. Tempos atrás a melhora na economia favoreceu a compra, fazendo com que outros consumidores adquirissem a motocicleta para utilizá-la como meio de trabalho. Esse mesmo ‘boom’ trouxe para o país as maiores montadoras, o mercado inflou, a concorrência acirrada se estabeleceu e acabou que a restrição pelas financeiras realmente se tornou uma realidade, pois ninguém quer ficar com a conta para pagar.

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