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  • Post por // maio 22, 2012

    Os executivos da Daimler, empresa proprietária da Mercedes-Benz e também da smart, confirmaram para 2014 a produção do escooter.

    Foto: Divulgação


    É oficial. Os executivos da Daimler, empresa proprietária da Mercedes-Benz e também da smart, confirmaram para 2014 a produção do escooter. Apresentado em 2010 durante o Paris Motor Show, o scooter elétrico da smart (ambos se escrevem assim mesmo, com letras minúsculas) recebeu carta branca para ser fabricado em série na última semana.
    Mesmo com chegada prevista apenas para daqui a dois anos, os projetos sustentáveis da marca alemã começam a tomar as ruas bem antes. Ainda este ano, a fabricante lança a bicicleta elétrica ebike e a versão elétrica do super compacto fortwo – ambos mostrados em Paris ao lado do escooter.
    Assim como acontece com todo modelo, a versão de linha do escooter também deve apresentar algumas diferenças no design quando chegar ao mercado. Entretanto, espera-se que o modelo não mude muito em relação ao conceito apresentado na França.
    Design jovem
    Embora esta seja o argumento de dez entre dez marcas para justificar seus projetos, no caso do conceito escooter ela se aplica bem. O visual limpo cria a impressão de que cada espaço foi aproveitado para torná-lo o menor e mais funcional possível. O assento da garupa, por exemplo, é escamoteável e fica acomodado dentro do corpo do scooter. O banco do passageiro pode ser ainda trocado por um pequeno bagageiro. Abaixo do assento ainda há um compartimento capaz de acomodar dois capacetes quando a garupa está “desdobrada”.
    As linhas minimalistas estão presentes desde o farol, que se resume a uma faixa estreita de LEDs, parcialmente coberta pelo protetor do painel, até as rodas. Ambas presas por monobraços. Os espelhos retrovisores, afixados nas pontas das manoplas ajudam a deixá-lo mais compacto e os painéis laterais translúcidos acendem e funcionam como luzes de seta.
    No esquema de cores, foi mantido o mesmo padrão da versão alternativa do fortwo. Os tons de branco e verde também foram empregado na ebike para consolidar o conceito de veículos ecologicamente corretos. Ainda sobre a pintura, o escooter conta com um escudo preto na frente, composto por pequenos hexágonos que criam um efeito degradê.
    Devagar e sempre
    Muito se fala hoje sobre veículos elétricos com potência semelhante aos seus equivalentes movidos a combustível. Entretanto, esta não é a proposta da smart. O escooter tem motor de 4kW, alimentado por uma bateria de íons de lítio de 48 Volts com autonomia para rodar até 80 Km. A potência é suficiente para levá-lo a uma velocidade máxima de 45 Km/h. O scooter da smart pode ser recarregado em uma tomada convencional (110/220 V) por três a cinco horas. Além disso, o modelo também conta com células solares na parte dianteira, que ajudam a carregar a bateria.
    Montado sobre um quadro de aço e alumínio, o escooter pode deixar a desejar no quesito desempenho, mas quando se fala em tecnologia, o pequeno scooter faz inveja em muita moto grande. Os freios regenerativos – que lembram os usados na Fórmula 1 e tem a função de armazenar a energia cinética gerada pela frenagem na bateria – contam também com o auxílio do ABS.
    Um airbag especial também foi instalado e os retrovisores contam com sistemas de detecção de ponto cego. Equipamento que consiste em uma luz triangular piscante na ponta de cada espelho e sinaliza quando há outro veículo se aproximando pela pista ao lado e auxilia nas mudanças de faixa. O sistema é muito parecido com o adotado nos carros de luxo. Benefícios de se ter a Mercedes-Benz como marca irmã.
    Smart e IPhone
    Trocadilhos a parte, o maior trunfo da marca alemã ao conceber o escooter foi a sua interação com smatphones como, por exemplo, o iPhone. O celular é colocado em um console central e funciona como chave de ignição e também desativa as travas antifurto. Um aplicativo especial transforma o aparelho no painel de instrumentos do scooter, exibindo velocidade, autonomia da bateria, além de permitir o uso do GPS.
    Aliás, o escooter pode ser rastreado por meio de outro aplicativo que trabalha com o localizador por satélite, impedindo que o piloto esqueça aonde o estacionou. Fora isso, o motociclista também à distância o aquecimento das manoplas, fazendo com que o pequeno smart já esteja pronto para encarar os dias mais frios mesmo antes de começar a pilotá-lo. Não se sabe quantas dessas inovações estarão presentes na versão produzida em série, mas uma coisa é certa: vai valer a pena esperar até 2014.
    Informações – Moto.com.br

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